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Ciclo ‘Novo Cinema Brasileiro’ exibe 12 produções recentes em Fevereiro no MIS

Do Carta Campinas*

Durante todo o mês de Fevereiro, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas, exibe uma seleção de filmes da mais recente safra do cinema nacional. São 12 títulos entre filmes de ficção e documentários. Uma oportunidade para o público campineiro conhecer e discutir a atual produção cinematográfica brasileira. A seleção dos filmes foi feita pelo crítico de cinema e jornalista Ricardo Pereira e por Gustavo Sousa.

Todas as exibições são gratuitas e seguidas de debate.

Confira a programação completa:

Sexta, 2 de Fevereiro, 20h
ERA O HOTEL CAMBRIDGE
Direção de Eliane Caffé
Combinando documentário e ficção, o premiado filme de Eliane Caffé acompanha o cotidiano de um grupo de refugiados e sem- teto que ocupam um prédio abandonado no centro de São Paulo. Com José Dumont e Suely Franco. Brasil, 2016. Colorido, 99 min.

Cena de “A Cidade onde envelheço”, de Marília Rocha

Cena de “A Cidade onde envelheço”, de Marília Rocha

3 de Fevereiro, 17h
A CIDADE ONDE ENVELHEÇO
Direção de Marília Rocha
Vencedora de quatro prêmios em Brasília 2016, a ficção de estreia da premiada documentarista Marília Rocha retrata a vida de duas amigas portuguesas que decidiram morar em Belo Horizonte. Uma está chegando. A outra, no entanto, não vê a hora de voltar a Lisboa. Brasil, 2016. Colorido, 99 min.

 

3 de Fevereiro, 20h
O FILME DA MINHA VIDA
Direção de Selton Mello
Selton Mello dirige essa adaptação da obra do chileno Antonio Skármeta, sobre um jovem professor (Johnny Massaro) que volta à sua cidade natal, no Rio Grande do Sul, e descobre que o pai (Vincent Cassel) retornou para a França. Traumatizado com essa partida, ele encara também o início de sua vida amorosa e a atração por duas irmãs (Bruna Linzmeyer e Bia Arantes). Brasil, 2017. Colorido, 113 min.

Sexta, 9 de Fevereiro, 20h
CINEMA NOVO
Direção de Eryk Rocha
O documentário assinado por Eryk Rocha, vencedor do prêmio Olho de Ouro no Festival de Cannes 2016, passeia com muita liberdade entre inúmeras imagens icônicas de vários filmes do Cinema Novo, sintonizando o desejo de inovação que caracterizou as décadas de 1960 e 1970, confrontando o fechamento político do País no período. Brasil, 2016. Colorido, 90 min.

Sábado, 10 de Fevereiro, 17h
JONAS E O CIRCO SEM LONA
Direção de Paula Gomes
Documentário apresenta a história de Jonas, garoto de 13 anos que improvisa um pequeno circo no quintal de sua casa, na periferia de Salvador. Seu sonho é ir morar com um tio, que tem um circo. mas sua mãe insiste em que ele continue na escola. Brasil, 2016. Colorido, 73 min.

Sábado, 10 de Fevereiro, 20h
BINGO, O REI DAS MANHÃS
Direção de Daniel Rezende
Vladimir Brichta interpreta um ator que encontra sua grande chance interpretando um popular palhaço na televisão (inspirado no antigo Bozo). Mas sua vida de excessos pode colocar tudo a perder. Brasil, 2017. Colorido, 111 min.

Cena de “Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano

Cena de “Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano

Sexta, 16 de Fevereiro, 20h
CORPO ELÉTRICO
Direção de Marcelo Caetano
Neste longa de estreia do curta-metragista premiado Marcelo Caetano, segue-se a história de Elias (Kelner Macedo), um jovem designer de uma confecção do Bom Retiro, em S. Paulo, sua busca por amores, suas amizades e o mergulho no fluxo da vida. Exibido em festivais como Roterdã e Guadalajara. Brasil, 2017. Colorido, 89 min.

Sábado, 17 de Fevereiro, 17h
JOAQUIM
Direção de Marcelo Gomes
Concorrente em Berlim 2017, novo filme de Marcelo Gomes revê a figura de Tiradentes, explorando quem poderia ter sido o homem antes de tornar-se o herói da Inconfidência. Interpretado por Julio Machado, o alferes Joaquim caça contrabandistas e procura ouro no sertão mineiro, enquanto vive uma paixão pela escrava Preta (Isabél Zuaa). Brasil, 2017. Colorido, 102 min.

Sábado, 17 de Fevereiro, 20h
DIVINAS DIVAS
Direção de Leandra Leal
Documentário premiado, dirigido pela atriz Leandra Leal, revela as histórias das travestis pioneiras em shows no Brasil, nos anos 1960. Entre as personagens, Rogéria, Eloína dos Leopardos, Camille K., Divina Valéria e Brigitte de Búzios. Brasil, 2016. Colorido, 110 min.

Cena de “Pendular”, de Julia Murat

Cena de “Pendular”, de Julia Murat

Sexta, 23 de Fevereiro, 19h30
PENDULAR
Direção de Julia Murat
Premiado em Berlim, o filme acompanha um casal, formado por uma bailarina (Raquel Karro) e um escultor (Rodrigo Bolzan), que ocupam um velho galpão industrial para seu estúdio e moradia. O convívio vai colocando novas questões no relacionamento. Brasil, 2017. Colorido, 108 min.

 

 

Sábado, 24 de Fevereiro, 17h
AS DUAS IRENES
Direção de Fábio Meira
O delicado drama retrata o dilema de uma menina (Priscila Bittencourt) que descobre ter uma irmã da mesma idade e nome (Isabela Torres), filha de uma relação secreta do pai (Marco Ricca). Sem revelar sua identidade, ela se aproxima desta irmã, tornando-se sua amiga. Brasil, 2017. Colorido, 90 min.

Sábado, 24 de Fevereiro, 19h30
COMO NOSSOS PAIS
Direção de Lais Bodanzky
Grande vencedor do Festival de Gramado, o filme traz Maria Ribeiro como uma mulher prestes a completar 40 anos, abalada por uma crise de identidade quando sua mãe revela que seu pai não é seu verdadeiro pai. No elenco, Clarisse Abujamra, Paulo Vilhena e Jorge Mautner. Brasil, 2017. Colorido, 102 min.

* Originalmente postado em Carta Campinas

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